EM13MAT312
O foco dessa habilidade refere-se à utilização do cálculo da probabilidade de eventos aleatórios consecutivos para a resolução de situações-problema. Para que isso seja possível, é importante que o estudante compreenda o conceito de independência entre eventos, ou seja, aqueles em que os resultados de um não influenciam os resultados do outro. As fórmulas são desnecessárias se o estudante for capaz de determinar o espaço amostral e selecionar o subconjunto do evento a ser estudado. As habilidades EM13MAT310, EM13MAT311, e EM13MAT312 são ferramentas potentes para que o estudante ao final do Ensino Médio conheça métodos para mensurar resultados aleatórios. Dessa forma, contagem e probabilidade constituem um todo de conhecimento importante para a formação integral dos estudantes.
Consulte as demais habilidades vinculadas:
Objetos do conhecimento
- Eventos dependentes e independentes.
- Cálculo de probabilidade de eventos relativos a experimentos aleatórios sucessivos.
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Exemplos de objetivos de aprendizagem
- Reconhecer eventos independentes em situações que envolvem eventos equiprováveis consecutivos (lançamento sucessivo de duas moedas ou de dois dados).
- Determinar a probabilidade de dois eventos independentes e consecutivos ocorrerem, com o auxílio do princípio multiplicativo.
- Calcular a probabilidade de ocorrer o sorteio de um bilhete em situações envolvendo loterias com alguns condicionantes, como marcar seis números, sete números, oito números etc., conhecendo a probabilidade de algum condicionante, como sair um resultado par dado que já saiu um resultado par anterior.
- Elaborar problemas envolvendo situações aleatórias e o cálculo de probabilidade.
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Possibilidades para o currículo
Essa habilidade em conjunto com as duas anteriores permite ao estudante refletir sobre o papel da sorte e do acaso em seu cotidiano. Assim, ele passa a conhecer métodos capazes de mensurar os resultados aleatórios obtidos a partir de ações próprias ou de outros. Adotar o percurso da História da Matemática pode mobilizar os estudantes para a aprendizagem. A origem da probabilidade remonta ao século 17, quando matemáticos da época foram desafiados a prever resultados em jogos de azar para, nos dias de hoje, ser base das pesquisas em Genética, pesquisas amostrais de opinião e até mesmo na Física Quântica. Outro recurso interessante para o estudo da probabilidade é a utilização de aplicativos que simulam loterias ou sorteios aleatórios e que podem ser complementados com cálculos, utilizando-se calculadoras ou planilhas eletrônicas. Por isso, essa habilidade se direciona tanto para o desenvolvimento da Competência Geral 1 da BNCC, no sentido da valorização do conhecimento historicamente construído, como para a Competência Geral 5, quando o estudante tem a oportunidade de conhecer e utilizar ferramentas digitais para confrontar resultados e confirmar hipóteses com a teoria. Os problemas elaborados podem compor uma lista a ser resolvida por grupos de estudantes e discutida coletivamente, favorecendo processos de raciocínio, argumentação e comunicação matemática.
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