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EM13LGG502

Essa habilidade refere-se à análise e ao combate de preconceitos, estereótipos e atitudes discriminatórias e antiéticas nas práticas corporais. Implica: reconhecer como diferentes práticas corporais foram construídas historicamente e como e podem reproduzir relações de opressão e/ou de preconceito no presente; e engajar-se para que essas práticas possam ser evitadas ou reconstruídas, com base em critérios de equidade.

Objetos do conhecimento

  • Contexto de produção, circulação e recepção de discursos sobre as práticas corporais.
  • Apreciação e réplica, com combate a preconceitos e estereótipos em práticas corporais.
  • Valores e princípios (ética, equidade, justiça, respeito) nas práticas corporais.

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Componentes comentam a habilidade

A Língua Portuguesa e a Língua Inglesa contribuem no desenvolvimento dessa habilidade pela análise de discursos e atos de linguagem que circulam em diferentes campos de atuação e que incorram em manifestação de preconceito e alimentação de estereótipos nas práticas da cultura corporal. Esse desenvolvimento implica: mobilização de conhecimentos de gêneros discursivos; análise do contexto de produção, circulação e recepção de textos e atos de linguagem; e análise de recursos linguísticos e multissemióticos e seus efeitos de sentido.

A Educação Física contribui no desenvolvimento dessa habilidade por procedimentos de análise de preconceitos, estereótipos e situações de injustiça no acesso e/ou na divulgação de práticas corporais, em discursos que circulam em diferentes esferas e mídias, e pela experimentação reflexiva de práticas, com postura de combate a preconceitos e estereótipos.

A Arte contribui no desenvolvimento dessa habilidade pela análise de construções sociais, históricas e culturais associadas à dança e pela experimentação de processos criativos que problematizem preconceitos, como preconceito de classe social, gênero e raça associados à marginalização de determinados estilos de dança.

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Exemplos de objetivos de aprendizagem

  • Analisar expressões de preconceito e estereótipos nas práticas da cultura corporal, em discursos e atos de linguagem que circulam em diferentes campos de atuação.
  • Discutir preconceitos e estereótipos nas práticas da cultura corporal.
  • Selecionar atitudes éticas e de respeito na vivência de práticas corporais.
  • Experimentar processos criativos com dança, descontruindo preconceitos e estereótipos.

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Possibilidades para o currículo

O desenvolvimento dessa habilidade na integração dentro da própria área pode ser favorecido pela concepção comum de compreender discursos e atos de linguagem como manifestações de ideologias, interesses, preconceitos etc., em articulação com o desenvolvimento de EM13LGG102, operacionalizada na análise de discursos e atos de linguagem que incorram na alimentação de preconceitos e estereótipos em práticas da cultura corporal. Também pode ocorrer em projetos com foco na investigação de questões contemporâneas que perpassam a discussão de práticas da cultura corporal, em chaves de problematização como: Como combater o racismo na manifestação de torcidas? Que estereótipos circulam em relação aos diferentes gêneros no esporte? A quem interessa mantê-los? Ou, ainda, no apoio a iniciativas de jovens, com investigação e uso crítico de recursos midiáticos e de meios legais para relatar e se posicionar contra situações de abuso, injustiça e desrespeito nas práticas corporais, em articulação com EM13LGG105. O desenvolvimento dessa habilidade promove o uso consciente e crítico da linguagem corporal, com inserção de valores democráticos na apreciação e uso de práticas corporais no Projeto de Vida do estudante.

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